Foi publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás, nesta sexta-feira (23), a Lei nº 24.048, de 21 de janeiro de 2026, que oficializa a transformação do Colégio Estadual Padre Lamberto Verrijt em Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás (CEPMG).
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Conforme o texto da lei, a unidade de ensino, localizada na Rua Martins de Godoi, s/n, no Centro da cidade, passa a integrar a rede estadual de colégios administrados em parceria com a Polícia Militar de Goiás. A mudança altera a Lei nº 19.651, de 12 de maio de 2017, que trata da criação dos Colégios da Polícia Militar no estado.
A legislação determina que a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) e o Comando de Ensino Policial Militar do Comando-Geral da PMGO deverão adotar todas as medidas administrativas necessárias para o pleno funcionamento da unidade no novo modelo educacional.
Ainda de acordo com a lei, o colégio contará com quadro de funções comissionadas, conforme previsto na legislação estadual. O início das atividades como Colégio da Polícia Militar está previsto para o primeiro semestre do ano letivo de 2026.
A Lei nº 24.048 entrou em vigor na data de sua publicação e foi promulgada pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, em Goiânia, no dia 21 de janeiro de 2026, pelo presidente da Casa, deputado Bruno Peixoto.
Projeto tramitava na Alego desde 2024
O projeto de lei que transformou o Colégio Estadual Padre Lamberto Verrijt em Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás (CEPMG), foi de autoria do deputado Issy Quinan (MDB). A apresentação ocorreu em novembro de 2024 na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego).
No ano seguinte o projeto foi aprovado, no entanto, o Governo de Goiás vetou integralmente com base em pareceres técnicos da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que apontaram supostas limitações orçamentárias e estruturais para a criação da unidade militar, além da falta de dotação financeira para a convocação de policiais militares da reserva destinados à escola.
Também foi citado o fato de Cabeceiras não dispor de um número mínimo de unidades educacionais regulares que assegurasse a opção de escolha dos estudantes que não pretendam estudar no modelo militar.
Em dezembro de 2025, os deputados goianos derrubaram o veto integral do governador Ronaldo Caiado (UB) por ampla maioria com 27 votos favoráveis e 2 contrários.



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