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SAÚDE: Moleira do bebê sinaliza problemas graves de saúde. Pais devem ficar atentos a mudança na região

Publicado por Redação na terça-feira, 22 de outubro de 2013 | 18:54


Um assunto que não sai da cabeça das mães nos primeiros meses de vida dos filhos é a moleira. Mas, antes de ficar com medo de tocar no bebê, o ideal é se informar melhor sobre essa parte do corpo do recém-nascido.

“A moleira é o nome popular do que a gente chama de fontanela”, explica Ana Marily Soriano, neonatologista do Hospital Santa Luzia, de Brasília. “É uma abertura que existe tanto na parte da frente da cabecinha do bebê, quanto na parte de trás.”

O papel da fontanela é facilitar o parto natural. Como o crânio ainda não está totalmente solidificado, ele fica mais maleável e se molda melhor ao canal vaginal.

Depois do nascimento, o crânio vai se calcificando com o tempo e esses espaços vão se fechando. Mas, até que isso aconteça, as moleiras costumam ser o pavor de muitas mães. Segundo a médica, ela não é tão frágil quanto parece. “É um tecido conjuntivo que funciona como uma lona resistente”, compara Ana. “Ela não é tão sensível. As mães não precisam ficar tão preocupadas.”

Traumas e batidas fortes na cabeça podem ser perigosas ao bebê, mas não exclusivamente por causa da moleira. Nos primeiros meses, os próprios ossos do crânio não são rígidos o suficiente. Por isso, não tenha medo de fazer carinho ou passar a mão na cabeça do pequeno.

Problemas com a moleira
Apesar de não ser a origem do problema, a moleira pode indicar algumas alterações que precisam ser analisadas. “A gente tem que ficar alerta quando a moleira fica bem abaulada, ou muito funda”, conta a médica. Dependendo da situação, é normal a região adquirir um formato diferente, como durante o choro. Mas, se a forma persistir, pode significar que há algo que precisa ser estudado.

Uma fontanela funda, em conjunto com quadros de febre e diarreia, talvez signifique uma desidratação do bebê. Se o espaço ficar abaulado, também com quadros de febre, pode ser um sinal de meningite. Nos dois casos, é fundamental procurar ajuda médica o mais rapidamente possível.

É importante também o pediatra acompanhar a diminuição da moleira. O processo de fechamento costuma ocorrer entre 15 e 24 meses de idade, mas isso varia de criança para criança. Se a fontanela se fechar muito antes do previsto, pode comprometer o crescimento cerebral. “Se permanecer aberta mais tempo que o normal, pode haver um quadro de hidrocefalia, que é a presença de água no cérebro”, explica a neonatologista.

Com um acompanhamento próximo do pediatra e com alguns cuidados básicos, a moleira do bebê vai se desenvolver sem problemas. Não deixe que isso ocupe espaço na sua cabeça.

Fonte: Meu Bebê
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