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FORMOSA: Quatro são presos suspeitos de receber propina para deixar menores participarem em casas noturnas

Publicado por Redação na quinta-feira, 9 de agosto de 2018 | 14:53

Três trabalhavam na Divisão de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), da Vara da Infância e Juventude. De acordo com o delegado responsável pela operação, os suspeitos chegavam a faturar de R$ 1 mil a R$ 5 mil por evento para permitir a entrada de menores em festas.

(Foto: Ed Alves/Correio Braziliense)

A Polícia Civil (PC) de Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal realizou na manhã desta quinta-feira (8) uma operação que resultou na prisão de quatro suspeitos de participar de um esquema criminoso, que cobrava propina para permitir a entrada de crianças e adolescentes em festas voltada para o público maior de 18 anos.

Segundo o Correio Braziliense, entre os presos na operação estão três que trabalhavam na Divisão de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), da Vara da Infância e Juventude, que é responsável por realizar a fiscalização dos eventos.

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O delegado responsável pela investigação e essa operação, disse que o grupo ia até organizadores de festas e exigia que os promoters os contratassem para fazer a segurança dos eventos. “Caso a proposta fosse recusada, os suspeitos faziam a fiscalização, de fato, e impediam a entrada de crianças e adolescentes nos locais”, explicou José Antônio Machado Sena, delegado da PC.

Os suspeitos chegavam a faturar de R$ 1 mil a R$ 5 mil por evento para permitir a entrada de menores. As investigações começaram há 60 dias e a suspeita é de que o esquema tenha funcionado por quatro anos, segundo informou o delegado.

Ainda de segundo o Correio Braziliense, os suspeitos eram nomeados pela Vara da Infância e Juventude para fiscalizar as festas e impedir a entrada de crianças e adolescentes. Um dos suspeitos é ex-agente de proteção. Os investigadores suspeitam de que eles usavam armas de fogo enquanto faziam a segurança dos eventos, mesmo não tendo porte.

Os acusados devem responder por concussão (corrupção passiva e organização criminosa) e José Antônio ressalta que mais crimes podem ser descobertos no decorrer das investigações. A soma dos crimes pode gerar pena de 15 anos de reclusão.

José Antônio lembra ainda que os organizadores das festas também serão investigados, tendo em vista que são suspeitos de permitir a entrada de menores. Já a contratação pelo serviço de segurança não é passível de pena.
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