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POLÍTICA: Câmara diz sim ao impeachment de Dilma; pedido vai agora ao Senado

Publicado por Redação na segunda-feira, 18 de abril de 2016 | 08:12



Por 367 votos favoráveis e 137 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou às 23h47 deste domingo (17) a autorização para ter prosseguimento no Senado do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Houve sete abstenções e somente dois ausentes dentre os 513 deputados. A sessão durou 9 horas e 47 minutos; a votação, seis horas e dois minutos.


Às 23h08, pouco mais de 40 minutos antes do fim da sessão, o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), completou os 342 necessários para a autorização do processo. Deputados pró-impeachment comemoraram intensamente no plenário; deputados contrários ao impeachment apontaram injustiça contra a presidente.


A maioria dos deputados federais de Goiás votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Deputados, neste domingo (17). Dos 17 parlamentares goianos, 16 disseram sim à continuidade do processo, e um foi contra. Nenhum representante do estado optou pela abstenção.

Confira abaixo o posicionamento de cada deputado federal goiano.

Votos a favor:
Alexandre Baldy (PTN)
Célio Silveira (PSDB)
Daniel Vilela (PMDB)
Delegado Waldir Soares (PR)
Fábio Sousa (PSDB)
Flávia Morais (PDT)
Giuseppe Vecci (PSDB)
Heuler Cruvinel (PSD)
João Campos (PRB)
Jovair Arantes (PTB)
Lucas Vergilio (SD)
Magda Mofatto (PR)
Marcos Abrão (PPS)
Pedro Chaves (PMDB)
Roberto Balestra (PP)
Thiago Peixoto (PSD)

Voto contra:
Rubens Otoni (PT)

Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias.

O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff chega ao Senado nesta segunda-feira (18). Na Casa, são previstas três votações em plenário até a conclusão do processo:

- Os senadores terão que eleger uma comissão especial para analisar o caso. O colegiado será formado por 21 senadores titulares e 21 suplentes.

- O colegiado tem até 48 horas para se reunir e eleger o presidente. O relator terá prazo de dez dias para apresentar um parecer pela admissibilidade ou não do processo.
- O parecer será ser votado na comissão e depois irá ao plenário, que precisa aprovar por maioria simples (metade dos presentes na sessão mais).

- Se aprovado o relatório no plenário, será considerado instaurado o processo, e a presidente será notificada. Ela será afastada por até 180 dias para que ocorra o julgamento, e o vice-presidente assumirá a Presidência da República.

- Neste período a presidente poderá se defender, e um novo parecer da comissão especial deverá analisar a procedência da acusação, com base na análise de provas. De novo, esse parecer terá que ser aprovado por maioria simples

- Se aprovado o parecer, inicia a fase de julgamento, que é comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal.

- Para que a presidente perca o cargo, o impeachment tem que ser aprovado por dois terços dos senadores - 54 dos 81.

- Os prazos previstos para cada etapa do processo poderão ser alterados de acordo com decisão do presidente do Senado.


Com informações do G1
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