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CIDADES: Mãe quer doar criança que tem doença rara nos ossos em GO.

Publicado por Bruno Soares na quarta-feira, 8 de janeiro de 2014 | 21:04


Uma criança de um ano e quatro meses que está internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva ) do Hospital da Criança, em Goiânia desde que nasceu poderá receber alta nos próximos dias, porém, a mãe do bebê quer doá-lo.

Foto: Reprodução / TV Anhanguera
O menino que foi diagnosticado com osteogenese imperfeita teve todas as fraturas possíveis dentro do útero, inclusive nas costelas. Seus ossos são frágeis e enquanto estava na UTI ele já quebrou os braços duas vezes ao brincar com o chocalho. Até mesmo movimentos leves podem levar a criança a ter uma fratura.

A mãe da criança que não quis ser identificada alega que não pode ficar com a criança por não ter condições de cuidar dela."Ele precisa de muita atenção. Decidi dar para adoção porque eu não tenho condição de ficar com ele". A família mora em Alvelinópolis, no interior de Goiás e além do bebê que ainda continua internado, a mulher e o marido tem dois filhos, um de 6 anos e outro de 4 meses.

O marido concorda em doar o menino. A conselheira tutelar Divina Pereira dos Santos disse, “"Nós acolhemos a criança, trabalhamos com ela e com a família. Eles precisam sim de ajuda, tanto financeira, se for o caso, como também encaminhamento para psicólogos. A aceitação, a autoestima precisa ser trabalhada".

Ainda segundo a conselheira, a questão do menino foi encaminhada ao Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) e que o órgão vai determinar qual será o destino do bebê. "O caso ainda será avaliado, mas se a criança for mesmo doada os pais poderão responder por abandono de incapaz. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) destaca que toda criança tem o direito de conviver com seus familiares e que a falta de recursos financeiros não é motivo suficiente para isentar essa responsabilidade dos genitores. Por isso existem os programas de auxílio do governo. De qualquer forma, a Justiça vai determinar se houve crime ou não", explicou Divina.

Apesar das fraturas, segundo a pediatra Paula Pires, ele é um menino forte e já consegue comer papinha e até segurar a mamadeira.


Com informações da TV Anhanguera
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