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GOIÁS: STJ arquiva 3 processos contra Marconi após escutas de Demóstenes serem anuladas

Publicado por Redação na sexta-feira, 7 de abril de 2017 | 10:04

(Foto: Reprodução Globo News)

O ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou o arquivamento de três processos contra o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), no âmbito da Operação Monte Carlo. Em todos, era investigado a ligação do político com o contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.  A decisão teve como base ligações interceptadas do ex-senador Demóstenes Torres, que foram invalidadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do G1.

O advogado do governador, Antônio Carlos de Almeida Castro, que também defende Demóstenes, informou que, diante da decisão, “não tem por que voltar a comentar”. Ainda segundo o defensor, “o assunto está definitivamente arquivado e não temos por que voltar a ele”.

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A medida acata pedido do Ministério Público Federal (MPF). Nos três processos, Marconi era investigado pelo crime de corrupção passiva. O primeiro, batizado como "evento casa", cita que a Construtora Delta teria depositado R$ 1,4 milhão na conta do governador e repassado ainda R$ 600 mil, em espécie, a Lúcio Fiúza Gouthier, ex-assessor do político.

O segundo caso foi chamado de "evento Pirenóplis", no qual Marconi teria recebido, de Cachoeira, R$ 500 em espécie. Por fim, relata o "evento Rental". Nesta situação, R$ 600 mil teriam sido transferidos para a empresa Rental, pertencente a Jayme Rincón, vinculado ao governador.

Os processos relacionados a estes três eventos foram arquivados. Em uma quarta peça, chamada de "evento despesa eleitoral", Marconi foi denunciado pelo MPF. Trata-se de uma investigação em que a quantia de R$ 90 mil, divida em duas parcelas, teriam sido depositadas para quitar dívidas de campanha de Marconi com o marqueteiro Luiz Carlos Bordoni.

O STJ pediu a autorização da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) para a instauração de procedimento penal contra o governador Marconi Perillo a respeito deste processo, que ele teria cometido crime de corrupção passiva.

Para TV Anhanguera, Jayme Rincón disse que a investigação que o envolvia já tinha sido arquivada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) por inconsistência e falta de provas.

De acordo com o G1,  o portal tenta contato com Lúcio Fiúza Gouthier.

O ministro decidiu pelo arquivamento diante da determinação do SFT, que já havia anulado interceptações de ligações telefônicas de Demóstenes nas operações Monte Carlo e Vegas. O MPF considerou que os diálogos relacionados a Marconi "se acham inseridos no mesmíssimo contexto" e que "o procedimento adotado pelas autoridades policial e judiciária foi idêntico" para o governador. A justificativas emabasaram o pocisionamento do ministro.


Fonte: G1/Goiás
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