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MÚSICA: Há dois anos a música sertaneja perdia José Rico

Publicado por Redação na sexta-feira, 3 de março de 2017 | 15:13

(Foto: Reprodução)

Um dos maiores nomes da história da música sertaneja, nos deixou no dia 3 de março de 2015, aos 68 anos, após ter sofrido um infarto do miocárdio. A morte do cantor de sucessos como “Estrada da Vida” comoveu artistas e fãs em todo o Brasil.

A dupla, que vendeu 35 milhões de discos em 43 anos de carreira, é uma participação no DVD de Victor e Leo, gravado no dia 29 de janeiro, em São Paulo. Na ocasião, a dupla cantou a música “Estrada Vermelha“, composta por Victor.

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Nascido em São José do Belmonte (PE) e criado na cidade de Terra Rica, Paraná, o cantor adotou o nome artístico de José Rico em referência à cidade. Participou de outras duplas até mudar-se para a capital de São Paulo, em 1968. Lá, conheceu Romeu Januário de Matos, o Milionário, no hotel em que estavam hospedados.

Depois do início em São Paulo, a dupla mudou-se para Londrina (PR). Lá começaram a cantar em um estúdio de gravação de jingles comerciais. Foram apresentados à gravadora Chantecler em 1973, pelo compositor Prado Júnior, que também trabalhava na produção de jingles. Em 1982, a dupla alcançou grande sucesso com “Tribunal do Amor“.



Entre os sucessos de Milionário e José Rico estão músicas como “Jogo de Amor“, “De Longe Também se Ama“, “O Tropeiro“, “Amor Dividido” e especialmente a canção rancheira “Estrada da Vida“, que vendeu mais de dois milhões de cópias e deu origem ao roteiro do filme homônimo, dirigido por Nelson Pereira dos Santos.

Ao tentar explicar a longevidade da dupla em seus então 43 anos de carreira, José Rico declarava:

“O segredo do sucesso é simplicidade e humildade. A música também, claro. Mas a maneira como a gente conduz é diferente de muitos outros. Porque fazer sucesso é fácil. Difícil é manter. O cara faz um sucesso e já quer ser dono do mundo. Isso tudo é frescura. A arte não gosta disso. A arte e o artista têm uma diferença muito grande. O artista passa, e a arte fica. Aqui no Brasil, pelo menos, é assim.“


Fonte: Movimento Country
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