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SAÚDE: Febre chikungunya tem sinais que lembram dengue e já está no Brasil.

Publicado por Redação na quarta-feira, 9 de julho de 2014 | 12:52

GO confirmou dois casos e o DF um.

A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.

Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, ela pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Este ano, já houve 20 casos da infecção notificados no Brasil desde maio, de acordo com o Ministério da Saúde. Mas, até o momento, todos são importados: 19 pacientes contraíram o vírus no Haiti e um, na República Dominicana. Isso significa que não há evidências de que o vírus esteja circulando entre os mosquitos do país.

Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, a maioria dos casos são de pessoas que fazem parte da missão brasileira no Haiti: soldados, missionários e profissionais da saúde. Os pacientes são dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Sul e Paraná. Mas outros casos foram confirmados também em Goiás e no Distrito Federal.

Em Goiás foram registrados dois casos, segundo informações do G1. A diretora de vigilância em saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Flúvia Amorim, informou ao portal de notícias da Globo que a paciente se trata de uma mulher, com idade entre 35 e 40 anos, que teria contraído a infecção em viagem a República Dominicana.

Ainda segundo a publicação, a enferma chegou a Goiânia na última terça-feira (1º), quando começou a sentir os sintomas da doença, como fortes dores de cabeça, prostração, diarréia, vômitos, febre alta e dor nas articulações, principalmente nos pés e nas mãos. Segundo Amorim, a paciente procurou a SMS na quinta-feira (3), após ler em jornais e sites de notícias sobre o primeiro caso suspeito de chikungunya no estado.

No primeiro caso ocorrido em 16 de julho, a moradora de Goiânia que tem 34 anos de idade sentiu os sintomas durante uma viagem à República Dominicana. “No Caribe está acontecendo um surto da doença, com milhares de pessoas contaminadas. Então suspeitamos que ela também tenha contraído o vírus”, explicou Amorim.

Ainda segundo Flúvia Amorim, a mulher, que viajava sozinha, informou aos comissários da aeronave que não estava passando bem. Assim, ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), ela foi atendida. Em ambos os casos as pacientes passam bem. Elas passaram por exames e foi coletado material para análise no Instituto Evandro Chagas, localizado no Pará, que é referência neste tipo de exame. Amorim afirmou que não há previsão de quando serão finalizados os diagnósticos das pacientes goianas com suspeita de chikungunya.

No Distrito Federal a Secretaria de Saúde confirmou o primeiro registro de infecção por chikungunya na capital. Informou a Agência Brasil.

De acordo com a publicação, o órgão informou que uma missionária que estava no Haiti chegou de viagem no dia 1º de julho apresentando febre e mal-estar. Ao sair do aeroporto, ela se dirigiu ao Hospital Regional da Asa Norte, onde foi atendida. “Os médicos constataram que a paciente estava com a febre chikungunya. A mulher foi medicada, já recebeu alta médica e não corre risco de morte, nem de transmitir a doença”, informou a secretaria em nota.

Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, pelo menos 20 casos do vírus chikungunya foram registrados no país desde o início do ano. Desses, 17 casos foram em militares e missionários brasileiros que voltaram de missão no Haiti, além de um brasileiro que viajou para a República Dominicana. Os outros são de dois haitianos que viajaram ao Brasil e que já estão no país de origem.


Da redação com informações do G1 e Agência Brasil.
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