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OPERAÇÃO MIQUEIAS: Quadrilha usava mulheres bonitas para 'fechar negócios' com prefeitos.

Publicado por Redação na segunda-feira, 23 de setembro de 2013 | 11:50


A Operação Miqueias da Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (19), Luciane Lauzimar Hoepers, de 33 anos. A modelo que aparece constantemente em ensaios sensuais, era uma das armas da quadrilha acusada de desviar R$ 50 milhões de fundos de pensão de servidores de prefeituras e governos estaduais.

Segundo a Polícia Federal (PF), o grupo usava mulheres bonitas para se aproximar de prefeitos e gestores dos fundos e captar recursos para a empresa Invista, que era operada pela quadrilha. Após o início das investigações, pelo menos 20 pessoas já foram presas. Ao longo de 18 meses de sob investigação, o grupo movimentou R$ 300 milhões.

Ligação com doleiro

Segundo a PF, Luciane teria ligações com o doleiro Fayed Antoine Traboulsi, um dos líderes da associação criminosa revelada pela Operação Miqueias. No relatório com gravações telefônicas feitas pelo grupo, a polícia percebeu que Luciane tinha um papel muito ativo na organização, e que mantinha vários contatos com políticos.

Na lista de locais onde a moça fazia contatos estão Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. Luciane não trocava apenas telefonemas, ela chegava a viajar para fechar os negócios. Em 30 de abril de 2013, em telefonema com Alline Teixeira Olivier, outra integrante da associação criminosa, ela relata que esteve em Tocantins e que ia para o Mato Grosso do Sul.

Em 26 do março de 2013, ela revela em outra ligação que vai almoçar com o filho do prefeito de Aparecida de Goiânia (GO), além de alguns deputados goianos. Segundo ela, um deles é um deputado fortíssimo que vai sair na próxima eleição como candidato a governador do estado.

Luciane não foi a única mulher usada pela quadrilha para seduzir prefeitos e gestores de fundos de previdência. Uma delas é Cynthia Cabral Soares da Cruz. Da mesma forma que Luciane, Cynthia teve a prisão temporária decretada pelo desembargador federal Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

Com informações do O Globo
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